Jornal da Guanabara
Eu sou a Guerra.
Fala, comparsas.
Entre mortos e feridos.
Becos e vielas.
Ainda estamos aqui.
E isso já é vitória.
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✋🏼 Trabalho de várias mãos
Em tempos sombrios, a gratidão reluz.
Acordar com olhos abertos já tá sendo muito.
Quero agradecer ao time que me ajuda a construir o universo Noir Tropical.
Começando pelo Thiago Cabello, meu editor.
Parceiro de ideias e, principalmente, um mentor que acreditou no projeto e vem construindo isso comigo.
Temos também o Daniel Silos, responsável pela diagramação.
Pensa num sujeito paciente comigo.
Sou chato demais com detalhes.
Se é pra fazer, quero fazer direito.
E ele entende.
Caprichoso demais.
O Edu Cortês é o cara por trás das artes das capas.
Além de designer, é ilustrador — e isso ajudou muito a chegar naquela aparência pulp que eu sonhava.
Por fim, a professora Rosemery, minha prima, que faz todas as revisões textuais que eu peço — no amor.
Enquanto cuida dos filhos e corrige infinitas redações.
Valorizem, comparsas.
A vida.
E a porra do nosso trabalho. 😅
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🔥 Gotta light?
Alguém aqui já assistiu Twin Peaks?
A série de David Lynch e Mark Frost.
Digam que sim.
Pra mim é top 3 da vida.
No episódio 8 da terceira temporada — bem surreal — finalmente vemos um pouco da cosmogênese daquela história.
E é sobre isso que quero falar.
Cara… é uma estrutura muito original.
Um panteão de entidades que mistura cultura americana com religião e mitologia.
A Judy representa o mal primordial.
O Bombeiro, o bem.
Bob é a entidade maligna que atua na Terra.
Laura Palmer, a luz.
Resumo porco, eu sei.
Mas o ponto é outro.
Talvez seja isso que procuro:
um mito urbano da Guanabara.
Algo original.
Misturando cotidiano, lendas urbanas e tropicalidade.
Projeto em construção.
Mas assistam à série — ou pelo menos esse episódio — pra entender o que estou falando.
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😇 Meu 1° podcast
Debutei na podcastosfera.
A convite do Eduardo Spohr e do Thiago Cabello, participei do Minipod Literário.
O papo foi maneiro.
Comecei meio travado.
Depois fiquei tipo copo descartável na ventania.
Vou deixar o link aqui 👇🏽
Falamos de técnicas literárias, mercado de livros e dicas para escritores iniciantes.
Aproveitem e sigam os caras
se essa for a sua praia.
Te falar…
gostei.
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🕯️ Sobre estilo
Uma coisa que tenho refletido cada vez mais é: estilo.
Sem estilo, prefiro morrer.
Frase minha.
Tudo que me proponho a fazer carrega isso.
No surf, por exemplo.
De longe não sou o melhor surfista —
mas prezo pelo estilo.
Na poesia — minimalismo com DNA próprio.
Na escrita — não são romances tradicionais.
São pulps contemporâneas.
Até o noir ganhou sobrenome:
Noir Tropical.
O que estou tentando dizer aqui?
Seja o que for que você faça…
encontre o seu tom.
Faça com estilo. 🤙🏽
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🖤 Vocês são fodas
Mais um agradecimento.
Esse agora é pra vocês.
105 inscritos.
30 pagos.
50 vitalícios (da turma antiga).
25 gratuitos.
Faço um ano em junho 🎂
Tem noção?
Espero que os conteúdos estejam chegando inteiros.
Quero entregar mais.
Vamos pra cima.
Me ajudem a espalhar o Noir Tropical.
Levem gente pro IG
@vulgoleobigode
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Me despeço.
Antes, um brinde. 🥃
Pra quem está no modo free:
domingo — Jornal
terça — Sarau
quinta — Voz
Sempre às 20h.
Na hora noir.
Por R$ 5,90,
você apoia um artista indie
e assina minhas pulps.
E como sempre —
a sombra observa o mundo.
🥀
@vulgoleobigode

